Eduardo Leite escreveu:
Vale a pena sonhar. Parabéns.
Carlos Sobral escreveu:
A sua capacidade de fazer com que as palavras sobre forma de letras emudeçam os insensados e pobres de espíritos é o que eles precisam para enxergar o que não podem ver por causa da cequeira que lhes personifica.
aline escreveu:
Feira não é só continuidade da cegueira ,é continuidade da falta de respeito no cumprimento das leis que regem o nosso País.Aguardamos pela justiça, queremos fazer valer os nossos direitos!
ENFERMEIROS CLASSIFICADOS NO CONCURSO 2006
José Mateus escreveu:
^ ...ou não! huahuahuahuahuah
Angelo Almeida escreveu:
Danielle, fiz contato com o pai da Vitoria, criança vitima da dengue. Perguntei-lhe porque não levou a sua filha para o Hospital da Criança, apropriado e menos estressante que o HCA. Respondeu-me que tambem perguntou isto as pessoas. Acho que devemos abrir uma campanha para que todas as crianças com suspeita de dengue sejam a encaminhadas ao Hospital da Criança, Jardim Cruzeiro, os agentes publicos precisam assumir suas responsabilidades, ao omitirem a informação empurram tudo para o HCA e ainda vão para camara tripudiar em cima de morte de crianças. Esta guerra não cabe agora apontar culpados, mas é importante que acordemos os omissos.
Comissão de Comunicação - Curso de Comunicaçã escreveu:
Bom dia. Peço um minuto da sua atenção para falar a você os últimos acontecimentos sobre a problemática que os alunos do curso de Comunicação Social da UESC têm enfentado.
Hoje, 14 de abril, os alunos do curso de comunicação social da UESC, saíram em viagem à Salvador afim de se reunirem com o secretário de educação do governo do estado da Bahia, Adeum Sauer. Às 7:00h saiu da Universidade um ônibus com 25 alunos em média. A reunião será às 14:00h e se estenderá até às 18:30h, horário de retorno dos estudantes. Em assembléia estudantil no dia 08 foram escolhidos os representantes do curso que buscam solucionar o problema que coloca 13 disciplinas em risco de serem canceladas, atrasando o curso em um semestre (no mínimo): a falta de técnicos que torna possível a realização das disciplinas práticas do curso relacionadas à áudio e vídeo. Considerando que o curso de comunicação social da UESC possui sua habilitação em rádio e TV, percebe-se que a falta de técnicos inviabiliza o curso. Contamos com seu apoio para divulgar a situação que o curso tem enfrentado. Segue um texto que explicam melhor o que tem acontecido até este momento e em anexo uma carta aberta. Agradecemos.
Respeitosamente
Comissão de Comunicação do movimento "Comunicação Fora do Ar"
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Curso de Comunicação da UESC
pode parar por falta de técnicos
O curso de Comunicação Social da UESC corre o risco de ter o semestre cancelado por conta da ausência de técnicos. O problema foi sinalizado para a administração da universidade desde o ano passado pelo colegiado do curso. A ausência dos técnicos em áudio e vídeo inviabiliza as matérias práticas, ao todo treze disciplinas distribuídas entre o segundo e sétimo semestre.
No dia 07 deste mês, mais de 200 alunos do curso realizaram uma passeata pela Universidade reivindicando da reitoria soluções para o problema. O protesto teve seu destino final o sexto andar da torre administrativa, onde fica a reitoria. Lá os estudantes fizeram um apitasso e bradaram pela presença do reitor. A vice-reitora Adélia Pinheiro disponibilizou o auditório para que os alunos pudessem se reunir com ela até que o reitor chegasse e pudesse falar melhor sobre a situação do curso. Durante a assembléia, o reitor da UESC Joaquim Bastos chegou e após explicar a situação e ouvir os alunos, marcou para o próximo dia 14 em Salvador uma reunião com estudantes e o secretário de educação do governo do estado da Bahia, Adeum Sauer, para solucionar o problema.
Segundo o reitor, a contratação de técnicos e funcionários é um problema generalizado dentro da instituição. “Não é só o curso de Comunicação que enfrenta esta dificuldade, e sim todos os laboratórios e estrutura administrativa”, diz Joaquim. No esclarecimento dado na reunião com os estudantes nesta tarde (7) o reitor explicou que o problema começou quando o Tribunal de Contas da União, em sua auditoria anual em 2008, considerou uma falta com a lei de responsabilidade fiscal as contratações temporárias.
Esta medida do TCU já havia sido informada há cinco anos, como uma norma que todas as instituições públicas e autarquias deveriam se preparar para cumprir. Impossibilitados de realizar contratações temporárias sobre os termos de inexigibilidade a universidade, segundo Joaquim, solicitou a contratação destes técnicos ao governo do estado da Bahia desde 2007 e até então não houve a autorização necessária do governo para iniciar o processo de abertura de editais e seleção. “A verba de um milhão e quinhentos já foi enviada para a secretaria de planejamento e eles já remanejaram para a secretaria de educação, impossibilitando o resgate deste dinheiro, mas a autorização final para a contratação ainda não saiu”, disse o reitor.
Durante a reunião Joaquim telefonou para o secretário de educação do estado, Adeum Sauer, e o colocou para falar diretamente com uma representante dos estudantes. A conversa resultou no agendamento de uma audiência para o dia quinze a fim de encontrar uma alternativa para não prejudicar mais de duzentos estudantes.
O colegiado do curso decidiu por unanimidade que o conteúdo teórico das matérias em risco já está em seu limite e deram até o dia dezesseis desse mês para que a situação se regularize, do contrário todas as treze matérias envolvidas serão canceladas. Os estudantes pedem o apoio da sociedade civil organizada, imprensa e promotoria pública para recorrer a uma contratação emergencial de técnicos e prometem permanecer mobilizados até obterem uma solução definitiva.
csforadoar@gmail.com